Eczacibasi e Volero Le Cannet são confirmados no Mundial de Clubes

O Eczacibasi da Turquia e o Volero Le Cannet da França, receberam o Wild Card da FIVB e vão participar do Mundial de Clubes Feminino, que será realizado em entre os dias 4 e 9 de dezembro de 201 na China.

Equipes confirmadas até o momento:  VakıfBank (Campeões da Liga dos Campeões), as equipes brasileiras Minas Tenis Clube (Campão Sul-Americano) e Dentil Praia Clube (Wild Card), Eczacbasi (Wild Card) e Volero La Cannet (Wild Card).

Foto: eczacibasisporkulubu.org.

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Lardini Filottrano anunciou a contratação da ponteira Di Iulio

O Lardini Filottrano da Itália oficializou a contratação da ponteira Chiara Di Iulio para temporada 2018/2019.

Di Iulio tem 33 anos, 1.83 de altura e tem passagens por algumas equipes, entre elas o Volley Tortoreto (ITA), Vicenza (ITA), Perugia (ITA), Pesaro (ITA), Forli (ITA), Urbino (ITA), Bergamo (ITA), Azeryol Baku (Azerbaijão), Piacenza (ITA), Modena (ITA) e na última temporada o Firenze.

Foto: © Legavolley Femminile

Lardini Filottrano oficializou a contratação da japonesa Koyomi Tominaga

O Lardini Filottrano da Itália anunciou a contratação da levantadora japonesa,  Koyomi Tominaga para temporada 2018/2019. Tominaga tem 29 anos, 1.75 de altura, nas últimas temporadas defendeu o  Ageo Medics e vai para sua primeira temporada no exterior.

“Estou muito feliz em jogar com Lardini Filottrano. Espero contribuir para as conquistas da equipe, trazendo a experiência internacional que ganhei na equipe nacional, enfrentando as equipes mais fortes do mundo. Eu não posso esperar para conhecer os fãs, minhas novas companheiras e a equipe”, disse Tominaga.

Foto: Divulgação / FIVB.

Budowlani Lodz oficializou a contratação da oposta Jovana Brakocevic

O Budowlani Lodz da Polônia anunciou a contratação da oposta sérvia, Jovana Brakocevic para temporada 2018/2019.

Brakocevic tem 30 anos e 1,96 de altura e já defendeu o Conegliano (ITA), Evergrand (CHI), JT Marvelous (JAP), Vakifbank (TUR), Azeryol Baku (AZE), Modena (ITA) e na última temporada o CSM Bucuresti da Romênia.

Foto: budowlanilodz.pl

Nizetich: “Esta situação é injusta e muito triste, mas agora é hora de seguir em frente”

Expulsa da Seleção Argentina, após fazer críticas ao voleibol apresentado pela seleção nas últimas competições, a ponteira Yamila Nizetich em entrevista ao site worldofvolley, falou sobre decisão do técnico Orduna.

Você pode nos dizer o que o técnico Orduna pensou quando disse que suas palavras machucam o time?

“Eu não posso dizer quais são seus pensamentos. Depois de 15 anos jogando para a equipe nacional, sendo a capitã e como uma das líderes da equipe, senti a responsabilidade de fazer um auto-crítica com o nível da equipe, ele não fez.” agradeço e ele decidiu me deixar de lado …”

Como você se sentiu quando ligou para você e disse que você não está mais no time? Quem fez isso? “Claro, me senti arrasada.

Ele comunicou sua decisão em uma reunião privada pouco antes do início do treinamento, a data era 30 de julho .”

O que outras garotas disseram? É realmente uma decisão acertada desde que você tem o Campeonato Mundial na sua frente?

“As meninas me mostraram seu apoio em particular, quando eu falei com elas no vestiário e perguntei se alguém se sentia magoado com minhas palavras, ninguém disse nada, então eu quero agradecê-las. A decisão em termos de certo ou errado, eu senti essa situação injusta e foi muito triste, mas agora é hora de seguir em frente”.

Você voltará à equipe se a Federação ligar para você e pedir para voltar?

“Eu não estou esperando nada neste momento. Eu amo o meu país e é uma honra representá-lo. Além disso, é muito importante expressar minha profunda gratidão ao treinador do Novara e ao técnico Barbollini eles me deram muito apoio e mantivemos contato, neste momento difícil”.

Fonte: worldofvolley.com

Foto: Divulgação / FIVB.

Itália e Holanda vencem na estreia do Rabobank Super Series

A Itália e a Holanda começaram bem no Rabobank Super Series, torneio de preparação da Mundial, que está sendo realizado na Holanda e conta com 4 seleções, além da anfitriã, participam da competição a Itália, Rússia e Turquia.

Vamos aos resultados:

Italia 3 x 1 Russia (25-17, 17-25, 25-22, 25-20)

ITA – Malinov 1, Chirichella 11, Bosetti 11, Egonu 21, Danesi 8, Sylla 8, Pietrini 9.

RUS – Goncharova 12, Zaryazhko 9, Hodunova 1, Voronokova 17, Efimova 5, Fetisova 1, Malykh 2, Ilchenko 1, Kotikova 1.

Holanda 3 x 1 Turquia (21-25, 25-19, 25-17, 25-21).

Estatísticas não divulgadas.

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Fonte e fotos: volleyball.it

 

Após 10 anos, Osasco oficializa retorno da bicampeã olímpica Paula Pequeno

Paula Pequeno está em casa. A bicampeã olímpica volta a defender Osasco praticamente dez anos após sua última passagem pelo clube. E retorna cheia de alegria e energia para a temporada 2018/19. A ponteira de 36 anos traz experiência de veterana e motivação de menina para ajudar o Vôlei Osasco-Audax na missão de conquistar o heptacampeonato paulista e lutar pelo título da Superliga. “A ficha ainda não caiu de tanta felicidade. Vestir essa camisa novamente é um desejo antigo. Um sonho que agora é realidade”, conta a atleta.

Após sofrer com lesões na temporada passada, Paula chegou a Osasco há pouco mais de duas semanas para manter a forma. A relação de longa data com o técnico Luizomar favoreceu o processo e a adaptação da ponteira com o grupo e filosofia de trabalho favoreceu o final feliz das negociações. “Foram dias de muita expectativa, pois meu desejo de voltar era enorme. Treinar com as meninas foi muito importante e saber que conto com uma comissão técnica competente e que vai me ajudar a atingir o meu auge físico e técnico é bom demais”, afirmou a ponteira, que completa. “Estou pronta para ajudar dentro e fora de quadra, auxiliar com minha experiência no que for preciso”.

Paula Pequeno sempre considerou Osasco seu lar esportivo. Pois ‘a boa filha à casa torna’. Ela revela quando a vontade de voltar ganhou corpo. “Quando retornei da Turquia, em 2013 (defendia o Fenerbahçe), fui jogar em Brasília, minha cidade natal. Mas na primeira partida no ginásio José Liberatti, a torcida me fez chorar. Foi tanto carinho, tantas pessoas gritando meu nome, que ali o desejo de vestir essa camisa de novo ficou muito forte. E agora vou poder contar com o apoio desses torcedores tão apaixonados outra vez”, explica ela, medalha de ouro nos Jogos Olímpico de Pequim/2008 e Londres/2012.

Paula Pequeno chegou a Osasco em 1999, aos 17 anos. Permaneceu por dez anos, deixando o clube apenas para jogar no exterior, no Zarechie Odintsovo, da Rússia. “Entrei no ginásio osasquense como uma menina. Me fiz mulher jogando pelo clube. Passei grande parte de minha vida esportiva nessa cidade e é uma delícia voltar. Retornar ao time, a conviver com a torcida, a ser comandada pelo Luizomar, um grande técnico e amigo de longa data que sempre me apoiou e respeitou”, finaliza a ponteira, que na temporada passado defendeu o time de Bauru.

Agora o novo time do Vôlei Osasco-Audax passa a reunir três campeãs olímpicas – Paula Pequeno, Walewska e Carol Albuquerque -, atletas que estavam defendendo a Seleção Brasileira – Claudinha e Lorenne – e jogadoras que já defenderam seu país em competições internacionais – Mari Paraíba, Camila Brait e a norte-americana Hooker. Também conta com as centrais Natasha, Nati Martins e a ponteira Domingas. A equipe osasquense também investe na nova geração do esporte. Renovou os contratos da líbero Kika e da levantadora Gabriela Zeni e trouxe a ponteira Vivi, de 20 anos, que fará sua estreia na Superliga.

Foto: Divulgação.